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O rock vive de figuras icónicas que arrastam atrás de si multidões que para além do racional idolatram uma multiplicidade de aspectos, que vão desde corpo ao mais ínfimo gesto, que num simples mortal seriam desprezados mas nestes Guitar Hero adquirem relevância ecuménica. Slash enquadra-se nesta galeria de personagens que tornam o Rock and Roll numa vivência que alterna entre o irracional e o belo.
O rock é guitarras, amplificadores, riffs e solos. É este poderoso mixing que faz com que esta oleada máquina a que chamamos rock, continue a promover peregrinações de milhares fieis a várias salas salivando desesperadamente pelos poderosos decibéis.
Ver Slash é antes de tudo recuar no tempo e trazer à lembrança as espiras de Appetite for Destruction e de Use Your Illusion, sem dúvida dois importantes marcos para todos os que gostam de sentir o pulsar das notas tiradas das cordas de qualquer Gibson ou Fender e debitadas nos amplificadores.
É delicioso perceber que o rock está com Slash e com a sua Gibson Les Paul e que esta é a sua eterna amante que deliciosamente vai soltando os seus gemidos numa ampla sinfonia orgásmica.
Autor 'Desconhecido'
(retirei isso de um texto de um dos videos do show do Slash de ontem, em Porto (Portugal), mas não tinha o nome do cidadão que escreveu)
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